quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Plano de Aula - Recuperação Paralela - 1


Roteiro de atividades com os alunos em recuperação paralela

Leitura silenciosa pelo aluno.
Discussão sobre o vocabulário do texto (e outros aspectos demandados pelos alunos).
Leitura livre pelo aluno (em voz alta). Anotar desempenho.
Anotação individual dos problemas na leitura. 
Devolutiva dos problemas recorrentes, com as devidas orientações.
Nova leitura pelo aluno (em voz alta). Anotar desempenho (verificar se houve melhora).
Aplicação de questionário.

(EF06LP02) Estabelecer relação entre os diferentes gêneros jornalísticos, compreendendo a centralidade da notícia.

Incêndio em Alter do Chão (PA) se agrava e o governo do estado pede ajuda da Força Nacional

Um incêndio em área de proteção ambiental (Apa) de Alter do Chão, um dos principais destinos turísticos do Pará, ganhou novas proporções na noite de domingo. O Governo do Pará solicitou, ao Comando Militar do Norte, o deslocamento de aeronaves e o reforço da Força Nacional para ajudar no combate ao fogo que teve início na tarde de sábado na comunidade Ponta das Pedras, município de Santarém, próximo à vila de Alter do Chão.

Segundo o prefeito Nélio Aguiar, foram mobilizados no combate 60 homens da brigada de incêndio e do Corpo de Bombeiros, além de militares do 8º. Batalhão de Engenharia de Construção. “Teve um certo controle no meio da tarde, mas o fogo voltou com muita força no começo da noite”, diz Aguiar, que fez contato com o governador do Pará, Helder Barbalho, na manhã e na noite de domingo, quando descreveu a situação das queimadas na região.

A polícia investiga a origem criminosa do fogo, que teria sido ateado por uma pessoa da comunidade Ponta de Pedras, dentro da Apa de Alter de Chão, área de proteção ambiental já invadida. “Existe linha de investigação de que pessoas estariam devastando a área para comercializar lotes e ocupar de forma clandestina aquele lugar”, afirma o prefeito.

O médico Eugênio Scannavino fez imagens da floresta em chamas à beira do rio Tapajós, paisagem que atrai 60 mil turistas por ano. A ONG Brigada de Alter, em parceria com ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Corpo de Bombeiros e Defesa Civil, promoveu curso de treinamento de brigadistas anti-incêndio para 15 voluntários na última semana. “Aprovamos também um projeto para multiplicar as brigadas na Floresta Nacional do Tapajós e na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns”, explica o médico, que é um empreendedor social da Rede Folha.

Repórter Eliane Trindade. Folha de S. Paulo, 15 de setembro de 2019.

Fonte: <https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/09/incendio-em-alter-no-chao-pa-se-agrava-e-estado-pede-ajuda-da-forca-nacional.shtml> Adaptado por Prof. Jorge de Lima. 17/09/2019.


Questionário

1. Que tipo de texto é este?
2. Por que alguns trechos do texto estão escritos entre de aspas?
3. Quantos parágrafos tem o texto?
4. Quantas pessoas trabalharam no combate ao incêndio, segundo o texto?

5. Qual é o nome do governador do estado citado no texto?






Tarefa - Verbos Regulares - 1



Atividade de Língua Portuguesa
Prof. Jorge de Lima

(EF06LP04) Analisar a função e as flexões de substantivos e adjetivos e de verbos nos modos Indicativo, Subjuntivo e Imperativo: afirmativo e negativo.

Faça o cabeçalho da atividade, escrevendo o nome da escola, seu nome completo, seu número e sua turma. Informe a data no campo apropriado. Mantenha e obedeça a numeração das orações. Não utilize caneta na cor vermelha. Não precisa copiar o exemplo.

Exemplo:

Antônio pulou corda ontem.

a) Flexão do verbo: pretérito perfeito                       c) Particípio: pulado
b) Infinitivo: pular (primeira conjugação)                d) Gerúndio: pulando

Analise os verbos das orações (de 1 a 20) de acordo com o exemplo.

1. O diretor chamará os pais de Paulinho.
2. A moça comia o sanduíche sozinha.
3. Adeus, partirei sem vocês.
4. Corra mais rápido, Pâmela!
5. Desistirei das aulas.
6. Ela cantará sozinha a noite inteira.
7. João cumprirá sua promessa.
8. Juvenal aprendera do jeito mais difícil.
9. Maria amava doce de abóbora.
10. Miriam beberia todo o refrigerante de uma só vez.
11. Nesta noite, debateremos com o prefeito.
12. Nós assistimos tudo bem quietos.
13. O pai adquiriu um par de sapatos.
14. Ontem Henrique falou a aula toda.
15. Marcelo viveu muitos anos.
16. Quem dividira o bolo daquele jeito?
17. Você acha tudo naquela caixa ali.
18. O professor corrigirá as lições.
19. Devemos explicações aos nossos primos.
20. Quem estudou matemática?

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Plano de Aula - Gramática – Estudo do Verbo – 2


Gramática – Estudo do Verbo – 2

O que são as conjugações dos verbos?

É a flexão de um verbo em todos os seus modos, tempos, pessoas, números e vozes. Existem três: 1.ª conjugação, para verbos terminados em -ar, 2.ª conjugação, para verbos terminados em -er, e 3.ª conjugação, para verbos terminados em -ir.

 

Tempos verbais

Os tempos verbais indicam o momento em que ocorre a ação transmitida pelo verbo. Indicam, principalmente, três momentos: o passado, o presente e o futuro. Podem ser simples ou compostos.

Ação no passado (pretérito): ocorreu antes do momento da fala.
Ação no presente: ocorre no momento da fala.
Ação no futuro: ocorrerá depois do momento da fala.

Os tempos verbais podem ser simples ou compostos e estão distribuídos nos modos verbais: o modo indicativo, o modo subjuntivo e o modo imperativo.

Tempos verbais do modo indicativo. Os tempos verbais do modo indicativo expressam acontecimentos certos.

Tempos simples do modo indicativo

Presente do indicativo: Eu ouço música.
Pretérito perfeito do indicativo: Eu ouvi música.
Pretérito imperfeito do indicativo: Eu ouvia música.
Pretérito mais-que-perfeito do indicativo: Eu ouvira música.
Futuro do presente do indicativo: Eu ouvirei música.
Futuro do pretérito do indicativo: Eu ouviria música.

Tempos compostos do modo indicativo

Pretérito perfeito composto do indicativo: Eu tenho ouvido música.
Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo: Eu tinha ouvido música.
Futuro do presente composto do indicativo: Eu terei ouvido música.
Futuro do pretérito composto do indicativo: Eu teria ouvido música.


Tempos verbais do modo subjuntivo. Os tempos verbais do modo subjuntivo expressam acontecimentos possíveis, dependentes de outros.

Tempos simples do modo subjuntivo

Presente do subjuntivo: Espero que eu ouça a música.
Pretérito imperfeito do subjuntivo: Seria mais divertido se eu ouvisse música.
Futuro do subjuntivo: Quando eu ouvir música, ficarei mais calma.

Tempos compostos do modo subjuntivo

Pretérito perfeito composto do subjuntivo: Ele acredita que eu tenha ouvido música.
Pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo: Eu acreditaria se eu tivesse ouvido a música.
Futuro composto do subjuntivo: Quando eu tiver ouvido a música, falarei contigo.

Tempos verbais do modo imperativo. O modo imperativo está dividido em imperativo afirmativo e imperativo negativo. A ação expressa pelo verbo é uma ordem, um pedido, um conselho, um convite ou uma súplica.

Imperativo afirmativo: Ouça a música!
Imperativo negativo: Não ouça a música!

Infinitivo é uma das três formas nominais do verbo.

Locução verbal. É a combinação de um verbo auxiliar e um verbo principal. Esses dois verbos, aparecendo juntos na oração, transmitem apenas uma ação verbal, desempenhando o papel de um único verbo. Sua formação combina uma das formas nominais do verbo.

Exemplos de locuções verbais

estive pensando – quero sair – pode ocorrer – tem investigado – tinha decidido


Adaptado por Prof. Jorge de Lima em Setembro de 2019. Fonte: www.conjugacao.com.br

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Plano de Aula - Gramática – Estudo do Verbo – 1



Gramática – Estudo do Verbo – 1

O verbo é uma classe de palavras que situa os fatos no tempo. É variável e exprime ação, estado, mudança de estado e fenômeno da natureza. Possui inúmeras flexões; assim, a sua conjugação é feita mediante variações de: pessoa, número, tempo, modo, voz e aspecto[1].

Para conjugarmos os verbos, temos as flexões a seguir.

Pessoa:
1ª Pessoa (Singular): eu                     1ª Pessoa (Plural): nós
2ª Pessoa (Singular): tu                     2ª Pessoa (Plural): vós
3ª Pessoa (Singular): ele                     3ª Pessoa (Plural): eles

Número: Singular e Plural
Tempo: Presente, Pretérito e Futuro (tempos básicos)
Modo: Indicativo, Subjuntivo e Imperativo
Voz: Voz Ativa, Voz Passiva e Voz Reflexiva

Chamamos de infinitivo[2] uma das três formas nominais[3] do verbo, sendo aquela com a qual verbo se apresenta naturalmente, sem qualquer conjugação. É o “nome do verbo”; ou seja, a forma como o verbo vai ser encontrado, por exemplo, em dicionários e enciclopédias. Exemplos de verbos no infinitivo: amar, comer, partir[4]. Os verbos podem ser regulares, irregulares ou defectivos. As outras duas formas nominais do verbo são: particípio e gerúndio[5].

O particípio é empregado como indicador de ação finalizada, na formação de tempos compostos ou como adjetivo. Exemplos:

1. Feito o trabalho, vamos descansar!
2. A Ana já tinha falado sobre esse tema.
3. Calados, os filhos ouviram o sermão dos pais.

O gerúndio é utilizado quando há a intenção de expressar a continuidade do processo verbal, realizando as funções do adjetivo ou do advérbio[6]. Exemplos:

1. Tenho agonia de pessoa assobiando.
2. O professor explicou, sorrindo, a matéria de hoje[7].

Prof. Jorge de Lima. Setembro de 2019. EF6LP



[1] Ver: https://www.todamateria.com.br/o-que-e-verbo/
[2] O infinitivo não tem valor temporal ou modal. Ele é pessoal quando tem sujeito e é impessoal quando, por sua vez, não tem sujeito. Exemplos: 1. O gerente da loja disse para irem embora. (infinitivo pessoal). 2. Cantar é uma delícia! (infinitivo impessoal). Ver: https://www.todamateria.com.br/o-que-e-verbo/
[3] As formas nominais do verbo são o infinitivo, o particípio e o gerúndio. Não fazem parte de nenhum tempo ou modo verbal. São chamadas de formas nominais porque desempenham tanto função de verbo, como função de nome. Ver: https://www.conjugacao.com.br/formas-nominais-do-verbo/
[4] Ver: https://www.conjugacao.com.br/verbos-regulares-no-portugues/
[5] Ver: https://www.portugues.com.br/gramatica/emprego-das-formas-nominais-verbo.html
[6] Ver: https://www.portugues.com.br/gramatica/emprego-das-formas-nominais-verbo.html
[7] Ver: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/gerundio.htm

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Plano de Aula - Ortografia - Estudo da Sílaba - 2



Ortografia – Estudo da Sílaba – 2

Temos 19 consoantes na língua portuguesa:

/B/, /C/, /D/, /F/, /G/, /J/, /K/, /L/, /M/, /N/, /P/, /Q/, /R/, /S/, /T/, /V/, /W/, /X/, /Z/

A letra 'H' não é considerada consoante, porque sozinha não produz som[1]. A letra 'Y' é considerada como sendo uma vogal, já que foi traduzida do alfabeto grego e mantém o som da vogal 'i'; quando alguma palavra estrangeira com 'Y' incorpora-se à língua portuguesa, ela passa a ser grafada com a letra 'i': ioga, iene. A letra 'K' corresponde aos fonemas /c/ e /qu/, como na palavra 'Kuwait' (é considerada uma consoante). A consoante 'W' deve ser empregada de acordo com a pronúncia da língua original da palavra; por exemplo: como 'V', quando a palavra for de origem alemã (Walquíria); como 'U', quando for de origem inglesa (web)[2].

Assim como as vogais, as consoantes são os fonemas[3] que produzimos para pronunciar sons e palavras de nossa língua. Para pronunciar as consoantes, precisamos mobilizar lábios, dentes, língua, palato (céu da boca), véu palatino (parte de trás do céu da boca), úvula (“sininho” da garganta)... As consoantes também precisam estar unidas às vogais para serem melhor pronunciadas e formarem uma sílaba[4].

Quando duas letras se encontram na mesma palavra e representam um único som, tem-se um dígrafo[5]. O agrupamento de duas ou mais consoantes, sem vogal intermediária, recebe o nome de encontro consonantal.

Encontro consonantal: junção de duas ou mais consoantes na mesma palavra.

No contato de uma consoante + “l” ou “r”, ocorrendo numa mesma sílaba: pe-dra,  pla-no, a-tle-ta, cri-se.
No contato de duas consoantes pertencentes a sílabas diferentes: por-ta, rit-mo, lis-ta.
No início das palavras (são inseparáveis): pneu, gno-mo, psi-có-lo-go.

Dígrafo: junção, na mesma palavra, de duas letras formando um único som.

Na mesma sílaba: fe-cha-du-ra, ver-me-lho, so-nho, que-ri-da, fo-gue-te
Sílabas diferentes: pas-sa-do, ci-gar-ra, cres-ci-men-to, des-ço, ex-ce-to

As letras "gu" e "qu" formam dígrafos somente quando, seguidos de "e" ou "i", representam os fonemas /g/ e /k/: guitarra, aquilo. Nesses casos, a letra "u" não corresponde a nenhum fonema. Em algumas palavras, no entanto, o "u" representa um fonema semivogal ou vogal (aguentar, linguiça, aquífero) Nesse caso, "gu" e "qu" não são dígrafos[6]: formam um encontro consonantal.

Prof. Jorge de Lima. Agosto de 2019. EF6LP



[1] Oficialmente, a letra “H” é apenas classificada como letra diacrítica, pois é, propriamente dita, a segunda letra de um dígrafo, conforme: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/consoantes.htm
[2] https://escolakids.uol.com.br/portugues/consoantes.htm
[3] Os fonemas são os sons produzidos pelos falantes e representam as unidades sonoras que formam as palavras de uma língua. Os seres humanos produzem sons que se articulam, juntam-se e formam as palavras. Para representar graficamente os sons, utilizamos as letras, conforme https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/portugues/o-que-e-fonema.htm
[4] https://escolakids.uol.com.br/portugues/consoantes.htm
[5] Minha Criança Ensino Fundamental. 5º. ano. p. 32
[6] https://www.soportugues.com.br/secoes/fono/fono4.php

domingo, 25 de agosto de 2019

Plano de Aula - Ortografia - Estudo da Sílaba - 1


Ortografia – Estudo da Sílaba – 1

Em português, toda sílaba tem pelo menos uma vogal. As vogais são os fonemas sonoros produzidos por uma corrente de ar que passa livremente pela boca[1]. São representadas pelas letras: a, e, i, o, u. Os sons vogais são pronunciados com mais ou com menos força. Quando são pronunciados com mais força, são chamados de vogais. Quando são pronunciados com menos força, são chamados de semivogais.

Paraguai: na sílaba -guai, temos u (vogal), a (vogal) i (semivogal).
loucura: na sílaba -lou, temos o (vogal), u (semivogal)
leitura: na sílaba -lei, temos e (vogal), i (semivogal)
cão[2]: na sílaba -cão, temos ã (vogal nasal), o (semivogal)

As semivogais sempre acompanham alguma vogal, com a qual formam uma sílaba. Portanto, nunca haverá uma sílaba com apenas uma semivogal[3]. A letra “a” sempre é uma vogal.

Quando há o agrupamento de dois ou mais sons vocálicos em uma palavra, temos um encontro vocálico[4], que podem ser de três tipos:

Hiato

Encontro de duas vogais em sílabas diferentes:

ciúme: ci-ú-me

Ditongo

Encontro, na mesma sílaba, de uma vogal e uma semivogal. Também pode ser de uma semivogal e uma vogal:

saudade: sau-da-de                 água: á-gua

Tritongo

Encontro, na mesma sílaba, de uma semivogal, uma vogal e uma semivogal.

Uruguai: U-ru-guai

IMPORTANTE

Em uma mesma palavra pode haver mais de um encontro vocálico:

areia: a-rei-a

Prof. Jorge de Lima. Agosto de 2019. EF6LP



[1] https://www.soportugues.com.br/secoes/fono/fono2.php
[2] https://www.portalsaofrancisco.com.br/portugues/semivogal
[3] https://www.jurisway.org.br/v2/pergunta.asp?idmodelo=7526
[4] Minha Criança Ensino Fundamental. 5º. ano. p. 26